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Falhou de novo
sábado, 8 de agosto de 2009 18:25
O vento soprava gelado
A rua mesmo movimentada me parecia sombria
Os carros pareciam me seguir e minha própria sombra fugir
Meus passos corriam mais a proporção que eu os diminuía
Respirava fundo e deixava de respirar num milésimo de segundo
Como pode? Não sei, só me parecia tudo ao avesso e tudo estranho naquela noite
A lua me parecia chegar perto e meu chão parecia se desfazer
Viajava naqueles filmes de ficção ou apenas tinha um sonho bem esquisito
Era exatamente tudo a sua volta que fluía diferente, menos você.
Sua completa dedicação por tentar me fazer sentir e acreditar que não era o mesmo conseguiu explodir pra todos os cantos daquele quadrado e pra tudo que se encontrava ao redor dele.
A intensidade de sua atuação as vezes me parece perfeita!
Você quase me convence, sabia?
Mas essa mão que só acariciou uma única pessoa, não te deixa mentir.
Essa mesma mão que me fez cair na real de que nada mudou
Ela continua a mesma, assim como você!
Foram apenas uns 2 minutos, por aí...
E se eu quiser lembrar desse momento?
Não tem o que querer, é fato!
Consegue ser completamente inesquecível mesmo sem um bom final.