Texto como outro qualquer
quinta-feira, 25 de junho de 2009 09:53
Na noite em que muitos se abraçamNessa noite onde o amor é quase que inevitável
Um casal como qualquer outro se abraça.
Na hora em que muitos se emocionam de diferentes formas
Nessa hora muitos olhos brilham
E um casal se olha serenamente e sorri
Milhões de vidas comemoram
Milhões de casais se beijam
Um casal como qualquer outro jura amor eterno.
O tempo passa como sempre em seu vai e vem incansável...
Pessoas morrem e nascem a todo tempo
Casais se desfazem, casais acontecem
E um casal vai deixando de existir
Na vida onde hora tudo se ganha e hora tudo se perde
Duas vidas se perdem quando imaginavam ganhar
E aquele casal não é mais um
Tornam-se um homem como qualquer outro
Uma mulher como outra qualquer
E um “pra sempre” que acabou de forma única, mas como tantos outros.
Fato
sexta-feira, 19 de junho de 2009 15:22
Tudo se esbarra...
A gente se cruza...
Nada mais é.
A gente se cruza...
Nada mais é.
Breve reflexão sobre o amor
segunda-feira, 8 de junho de 2009 16:24
(Por André Almeida)
Ontem, eu e um colega de trabalho estávamos discutindo sobre o amor...
Quando realmente amamos alguém?
Eu, que costumo ser mais prático, defini o amor como uma relação em que consideramos a contra-partida interessante. E não me refiro à bens materiais, mas ao carinho, à compreensão, ao respeito, entre outros.
Ora, não existe essa história de amor incondicional...Senão, porque existiriam tantas mães/pais e filhos brigados? Ou irmãos que não podem nem se ver?
Por mais amor que possamos sentir, quando nos sentimos rejeitados, esquecidos, ou outra reclamação qualquer, esse sentimento diminui, enfraquece...
É dessa forma que encaro o amor... Por mais feliz que sejam as lembranças, o hoje é o que importa... E o amor se faz dos "hojes"!
Dizer que amamos mais de uma pessoa, vinte ou trinta, todos os que andam na rua, não é amor, é uma justificativa pra promiscuidade… Isso não está na definição de amor… podemos amar a poucos como amamos nossos filhos, esse amor não espera tanta retribuição, nós realmente queremos que nossos filhos sejam felizes e não estamos buscando preencher essa felicidade só pra preencher uma necessidade nossa… mas podemos escolher o ser que amamos, o objeto do nosso amor, como sendo representante de todos os seres, então podemos pensar: “eu quero que essa mulher/esse homem seja feliz… então a partir disso eu vou trabalhar pela felicidade deste homem/dessa mulher, vou cuidar dele/dela, vou apoiar, tentar trazer felicidade pro outro, e não apenas pra esse ser que eu amo, mas que esse ser seja representante de todos os seres”.
…É possível usarmos um relacionamento pra evoluirmos na prática espiritual, nós não precisamos ser monges ou freiras, mas temos que ser capazes de dar amor, de cuidar pra que o outro seja feliz, isso não significa que devemos maltratar a nós mesmos pela felicidade dos outros, mas temos que, com dignidade, dar de forma real e verdadeira o amor pros outros seres… assim rapidamente purificamos nosso egocentrismo e acumulamos mérito e sabedoria.
…Temos que ter cuidado com aquilo que vamos querer em troca do nosso amor… não é esta a forma de amor que devemos ter, os “motivos” limitam nossa capacidade de amar. Será que estamos realmente praticando o amor? Será que eu estou praticando o amor? Será que o que eu faço é amor, ou será que estou querendo obter alguma coisa do outro? Temos que observar o que estamos fazendo…
Por exemplo, quando alguém fica com a mulher do outro, será que ele pensa: “eu vou fazer a mulher do outro feliz? Eu estou querendo que alguém seja feliz…” E o que vai acontecer na verdade é que ele vai acumular a não virtude de perturbar o voto de outra pessoa, de fazer a outra pessoa quebrar o seu voto. Nós criamos carma nos relacionamentos, por isso temos de cuidar dos outros seres, temos que fazer isso de uma forma ampla, muitas vezes não sabemos como causar a felicidade no outro, mas temos que tentar fazer o melhor que pudermos dentro da nossa capacidade limitada, e é por essa razão que olhamos pra nossa motivação, então pensamos no amor e relaxamos nossa mente na experiência do amor, nós não precisamos sair por aí dizendo pro outro que o amamos, colocar um adesivo dizendo “eu amo você”, não é necessário fazer isso, por que isso normalmente é feito quando queremos alguma coisa em troca, nós temos que praticar o amor, e não ficar falando sobre o amor.
Por que o outro deve saber do nosso amor? Quando examinamos o amor, começamos a perceber o quanto somos egocentrados: eu amo alguém por que eu quero que esse alguém me ame, porque quero ser amado… Não é errado dizermos pra alguém que nós o amamos, o errado é esperarmos alguma coisa disso, termos alguma expectativa disso, porque essa expectativa é comum, é ordinária, o verdadeiro amor é o antídoto pro egocentrismo.
Se eu não sou aquele que posso fazer o outro feliz eu pratico pra que o outro ser possa encontrar as condições da felicidade e possa evitar as condições que trazem o sofrimento.”
É por isso que eu não digo nada e tento, a cada prática, encontrar a ação do amor que te traga felicidade, amor!
Ontem, eu e um colega de trabalho estávamos discutindo sobre o amor...
Quando realmente amamos alguém?
Eu, que costumo ser mais prático, defini o amor como uma relação em que consideramos a contra-partida interessante. E não me refiro à bens materiais, mas ao carinho, à compreensão, ao respeito, entre outros.
Ora, não existe essa história de amor incondicional...Senão, porque existiriam tantas mães/pais e filhos brigados? Ou irmãos que não podem nem se ver?
Por mais amor que possamos sentir, quando nos sentimos rejeitados, esquecidos, ou outra reclamação qualquer, esse sentimento diminui, enfraquece...
É dessa forma que encaro o amor... Por mais feliz que sejam as lembranças, o hoje é o que importa... E o amor se faz dos "hojes"!
Dizer que amamos mais de uma pessoa, vinte ou trinta, todos os que andam na rua, não é amor, é uma justificativa pra promiscuidade… Isso não está na definição de amor… podemos amar a poucos como amamos nossos filhos, esse amor não espera tanta retribuição, nós realmente queremos que nossos filhos sejam felizes e não estamos buscando preencher essa felicidade só pra preencher uma necessidade nossa… mas podemos escolher o ser que amamos, o objeto do nosso amor, como sendo representante de todos os seres, então podemos pensar: “eu quero que essa mulher/esse homem seja feliz… então a partir disso eu vou trabalhar pela felicidade deste homem/dessa mulher, vou cuidar dele/dela, vou apoiar, tentar trazer felicidade pro outro, e não apenas pra esse ser que eu amo, mas que esse ser seja representante de todos os seres”.
…É possível usarmos um relacionamento pra evoluirmos na prática espiritual, nós não precisamos ser monges ou freiras, mas temos que ser capazes de dar amor, de cuidar pra que o outro seja feliz, isso não significa que devemos maltratar a nós mesmos pela felicidade dos outros, mas temos que, com dignidade, dar de forma real e verdadeira o amor pros outros seres… assim rapidamente purificamos nosso egocentrismo e acumulamos mérito e sabedoria.
…Temos que ter cuidado com aquilo que vamos querer em troca do nosso amor… não é esta a forma de amor que devemos ter, os “motivos” limitam nossa capacidade de amar. Será que estamos realmente praticando o amor? Será que eu estou praticando o amor? Será que o que eu faço é amor, ou será que estou querendo obter alguma coisa do outro? Temos que observar o que estamos fazendo…
Por exemplo, quando alguém fica com a mulher do outro, será que ele pensa: “eu vou fazer a mulher do outro feliz? Eu estou querendo que alguém seja feliz…” E o que vai acontecer na verdade é que ele vai acumular a não virtude de perturbar o voto de outra pessoa, de fazer a outra pessoa quebrar o seu voto. Nós criamos carma nos relacionamentos, por isso temos de cuidar dos outros seres, temos que fazer isso de uma forma ampla, muitas vezes não sabemos como causar a felicidade no outro, mas temos que tentar fazer o melhor que pudermos dentro da nossa capacidade limitada, e é por essa razão que olhamos pra nossa motivação, então pensamos no amor e relaxamos nossa mente na experiência do amor, nós não precisamos sair por aí dizendo pro outro que o amamos, colocar um adesivo dizendo “eu amo você”, não é necessário fazer isso, por que isso normalmente é feito quando queremos alguma coisa em troca, nós temos que praticar o amor, e não ficar falando sobre o amor.
Por que o outro deve saber do nosso amor? Quando examinamos o amor, começamos a perceber o quanto somos egocentrados: eu amo alguém por que eu quero que esse alguém me ame, porque quero ser amado… Não é errado dizermos pra alguém que nós o amamos, o errado é esperarmos alguma coisa disso, termos alguma expectativa disso, porque essa expectativa é comum, é ordinária, o verdadeiro amor é o antídoto pro egocentrismo.
Se eu não sou aquele que posso fazer o outro feliz eu pratico pra que o outro ser possa encontrar as condições da felicidade e possa evitar as condições que trazem o sofrimento.”
É por isso que eu não digo nada e tento, a cada prática, encontrar a ação do amor que te traga felicidade, amor!
Luz, câmera... Vida!
15:07
Quem nunca teve um seriado, ou um romance preferido?Sim, eu tenho meu filme, passo, repasso, congelo a cena e até desligo por vezes quando me chateia, mas as cenas estão sempre aqui. As vezes sento pra assistir e por vezes me pego assistindo sem querer... Como quando eu vou dormir e perco o sono porque o puseram pra eu assistir.
As cenas por vezes duram segundos e por outras duram toda a noite. Algumas insistem em se repetir e outras são necessárias passar bem rápido.
Tem aquelas que merecem congelar ou rolar em câmera lenta pra que se possam admirar cada detalhe e cada objeto, todo um cenário que parece feito especialmente pra aquele momento.
Algumas partes podem até passar no mudo, não precisam de muitas palavras, não precisa de som algum.
Outras merecem estar no último volume, como quando toca aquela música quando não se espera, ou só pra se ouvir gargalhadas gostosas que se misturam com barulho de ondas.
Umas cenas são completamente especiais, te prendem, te fascinam, ela passa a ser vista/vivida. Os suspiros são intensos e os sussurros têm um único significado, não importa se você fixa seu olhar ou fecha os olhos, a mesma paixão toma conta. São as mais puras, carnais, reais, envolventes, saudosas, quentes, e mansas partes de um longa.
Em todo momento surgem cenas tristes, aí vale a pena deixar a tevê bem baixinha, mas só as cores são capazes de embaçar a vista, aí parece tudo se transformar em preto e branco...
Preto e branco? Não, não! O colorido também sabe fazer chorar...
Mas não precisa muito tempo pra deixar um sorriso tomar conta da cena e voltam os abraços e o colorido que vale a pena colorir...
Mas não se engane, as melhores cenas são as que no final você vai lembrar e são elas que irão te emocionar e tocar no mais sensível quando você percebe que aquele filme que poderia ser como a maioria dos outros termina de forma inesperada.
O cachorro morre no final, o cara fica com a amiga e não com a patricinha que correu atraz o filme inteiro, o vilão vence o mocinho, a rapaz e a moça tomam rumos diferentes, a jovem tem uma doença incurável ou o personagem principal morre congelado depois que salva o seu amor...
As lágrimas caem mesmo que volte a cena e até as gargalhadas são audíveis mesmo que aperte “mudo”.
Aí que se percebe que o que se passa não é necessariamente filme, é Vida!
Marcus Davi
sexta-feira, 5 de junho de 2009 17:03
Mas eu gosto tanto desse garoto errado e fumante...
Desse jeito louco e bruto de encantar....
Te colocaria na minha estante, amigo!
Juntaria nossas lembranças e brincadeiras numa caixinha de música, pra que pudesse cantar nossa infância, dançar nossa adolescência e encontrar nossa juventude.
E o tempo passa e seu jeito moleque que marcou, continua marcando o tempo, tomando forma adulta e espírito de uma amizade eternamente inocente!
Amizade não tem definição, meu amigo, amizade se vive, se cria, se transforma, se sente, se vicía..
É poder abrigar por anos, sem interesses, infrentando a dor e o tempo, a chuva e o vento, estar sempre pronto a ajudar, mesmo sem saber como...
São anos das nossas vidas, uns anos nos vendo diariamente, e outros só dando um abraço numas indas e vindas na galeria.Te gosto pacas, garoto!
Você já tem seu lugarzinho no meu coração há muito tempo, você é um dos FODAS da minha vida!
Você é especial demais!
Ao amigo SEM COMPARAÇÃO da minha vida!
Que meu nome passe mais anos e anos em sua parede. Te amo!
Desse jeito louco e bruto de encantar....
Te colocaria na minha estante, amigo!
Juntaria nossas lembranças e brincadeiras numa caixinha de música, pra que pudesse cantar nossa infância, dançar nossa adolescência e encontrar nossa juventude.
E o tempo passa e seu jeito moleque que marcou, continua marcando o tempo, tomando forma adulta e espírito de uma amizade eternamente inocente!
Amizade não tem definição, meu amigo, amizade se vive, se cria, se transforma, se sente, se vicía..
É poder abrigar por anos, sem interesses, infrentando a dor e o tempo, a chuva e o vento, estar sempre pronto a ajudar, mesmo sem saber como...
São anos das nossas vidas, uns anos nos vendo diariamente, e outros só dando um abraço numas indas e vindas na galeria.Te gosto pacas, garoto!
Você já tem seu lugarzinho no meu coração há muito tempo, você é um dos FODAS da minha vida!
Você é especial demais!
Ao amigo SEM COMPARAÇÃO da minha vida!
Que meu nome passe mais anos e anos em sua parede. Te amo!